28 março, 2011
Não mais existir
Se eu não chegar a tempo
se eu sumir
se eu não mais aparecer
se eu não mais existir
Guarde em seu coração
os momentos que sorri
a paz que lhe desejei
o amor que sempre
terei por ti
se eu sumir
se eu não mais aparecer
se eu não mais existir
Guarde em seu coração
os momentos que sorri
a paz que lhe desejei
o amor que sempre
terei por ti
25 março, 2011
Atriz teza
Descobri que além de várias coisas que posso ser/fazer, sou também uma excelente atriz. Vejam como foi minha atuação:
Estava eu caminhando na Rua Das Flores (para quem não sabe Rua XV de Novembro) no centro de Curitiba e como sou observadora; olho tudo, jeitos, trejeitos... Escorreguei e cai com tudo, no meio da multidão. Imediatamente fingi que desmaiei de tanta vergonha. Eu sentia as pessoas se aproximando, me abanando, falando... Outra veio com um copo de água me molhando o rosto. Permaneci de olhos fechados, completamente inertes, respiração lenta, até meu corpo colaborou ficando gelado.
Por alguns minutos eu não sabia como sair da situação. Daquela cena incomum. Até que alguém grita:
- Chamem uma ambulância que a moça está morrendo!
Não tive outra saída. Voltei-me em mim:
- Onde estou? Quem sou? O que aconteceu?
- Você desmaiou! Você está bem? Você ficou pelo menos 40 minutos desmaiada (será que foi tudo isso? Pensei). Creio que realmente foi, pelo tanto de pessoas me observando, perguntando.
Uma coisa é certa, não sei bem se foi apenas curiosidade ou realmente existem pessoas boas, mas fui socorrida imediatamente e me senti até constrangida pelo falso desmaio.
Enfim agradeci dizendo que me sentia melhor e iria apanhar um táxi. Tudo o que eu queria era sumir dali. Mas realmente me surpreendi com minha atuação. Nem Fernanda Montenegro faria melhor.
Minha amiga Ana Paula quando soube falou:
- Dri você é uma atriz teza!
Minha amiga Ana Paula quando soube falou:
- Dri você é uma atriz teza!
O tempo combina com meu coração e te quero sempre bem...
Mas vivo na espera:
Vivo a espera de porta entre aberta.
Não coloco fechadura.
Não descanso.
Só te espero.
Imagino coisas, devaneios sem fim...
Vejo-me em seus braços e quase me sinto feliz.
Acordo e só a solidão está aqui.
Será possível você viver um pouco pra mim?
Ou quem sabe me deixar partir.
Sem culpa, sem dolo algum.
O tempo combina com meu coração:
Quero ser feliz em qualquer tempo.
Não somente na sua ocasião.
23 março, 2011
Somos um só
Quem eu sou sem você? Se tudo se resume no que somos.
Somos a virtude atenta no bem estar um do outro.
A poesia em festa nos olhos que vê e na boca que fala e cala.
Na eternidade do que seremos. Na forma que hoje vivemos.
Sou eu e você na alegria terna. Na ternura de sentir e dividir.
Nosso querer é a felicidade de viver eu em você...
Somos vidas em história... Somos a história de nossas vidas.
Caminhando por trilhas, mas seguros no que somos:
SOMOS UM...
A pessoa que existe em você é aquela em que meu coração se alegra.
É aquela que sorri, fala, chora... De sorriso largo, voz calma (fônica), chorona por natureza. Amo seu jeito de qualquer jeito. E tudo de mais lindo, de mais verdadeiro eu lhe desejo, não só pela pessoa maravilhosa, mas pelo merecimento, como amiga, irmã... Tenha em mim a mesma mão estendida, o mesmo ombro que encontro em ti. E tem mais, sabe aquele amor que você quase vive?! Que ele possa ser inteiro, completo e principalmente vivido.
Beijos no seu coração, Dani.
22 março, 2011
Burrocracia, digo burocracia
As dificuldades ou a burocracia nos fazem um acumulo de negatividade. Estou por um triz!
Estive conversando com uma pessoa bem simples, mas encantadora. Ela me contava da dificuldade de fazer alguns exames pelo SUS – na sua simplicidade me falou que era muito “democrático”. Não pude corrigi-la, mesmo porque achei que ela tinha certa razão. Essa tal democracia é para poucos. Muitos de nós não temos o direito de usufruir ou escolher em que médico ir, fazer exames onde e como usar da nossa escolha, usar da nossa disponibilidade e principalmente nossa saúde. Como se a doença esperasse a burocracia. E a democracia reinasse. Aliás, ela só reina na época de eleição, quando somos obrigados (democraticamente) eleger os governantes.
Vou resumir um pouco da burocracia que em estamos passando: preciso de uma liberação – para procedimento médico – de certa assistência médica – vejam bem, não do SUS – e, sim, de um conceituado Plano de Saúde. Mas infelizmente, a dita cuja da democracia, opa! Burocracia está no meio. Já foram tantas idas, telefonemas, protocolos... Conclusão: quem quiser que espere, ou seja, ela vive em todos setores e os pobres mortais? Aplaudem a democracia e vivem na burocracia. Sinto-me lesada, humilhada e ridicularizada. Não é um cargo, não é uma função, não é um voto, é um caso de saúde, de vida.
E a democracia é o direito que o povo tem de participar da direção e gestão dos assuntos públicos e sociais. Que poder, hein?
Burrocracia. Errei: burocracia e haja paciência, saúde...
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